quinta-feira, 19 de maio de 2016

Preconceito Literário


Heeeey Leitores! =)

Olha quem voltoooou! Ninguém tão importante... só eu mesmo.

Bem gente antes de iniciar o assunto — que é polêmico, diga-se de passagem — queria pedir um favor para vocês. Vocês poderiam, logo após ler o post, comentar? Assim, poderei sabe do que vocês gostam ou não, expressem a opinião de vocês, etc.



Iniciando o assunto polêmico:

Na comunidade leitora, preconceito literário é muito presente, sejamos francos. E eu acho que todos nós, leitores, já tivemos preconceito com algum(a) livro ou saga. Eu por exemplo, me mantinha completamente afastado da saga Crepúsculo e  o que aconteceu?
Re: Isso mesmo, me apaixonei e viciei na saga.

E eu fui julgado sim! E é exatamente isso que vim aqui debater com vocês. Pode parecer clichê o que vou falar agora: preconceito literário, é um saco.
E eu não digo apenas preconceito literário só com Crepúsculo, digo também com outros livros. Quer um exemplo

Sim, A Culpa É Das Estrelas
Bem gente muitas pessoas têm sim preconceito com esse livro. Uma coisa é não gostar outra coisa é preconceito, cá entre nós. Como vocês devem saber "A Culpa É Das Estrelas foi um livro "modinha" e muitas pessoas iniciaram no mundo da leitura por conta desse livro. Teve preconceito? Sim.
Aí você pensa "Ai meu Deus, Brendo, que preconceito esse livro sensacional pode ter tido?". Muitas pessoas entortaram o nariz pelo fato de muitas pessoas estarem lendo A Culpa É Das Estrelas, falando "Nossa está se achando a(o) leitora(o)"
E daí? Essas pessoas estão LENDO, o que é bom nos tempos de hoje, já que nem metade da sociedade de hoje lê. Um livro x pode sim ser a porta para o mundo da leitura para inúuúúmeras pessoas.
Esse foi o caso de Harry Potter que fez inúmeros fãs (desde 1997). Pessoas que hoje, são leitoras.
Crepúsculo fez inúmeros fãs também (desde 2007). Pessoas que hoje, são leitoras.
















Bem poderia citar vários. Mas não vou entediar vocês hahaha.
Mas por que, eu, em pleno ano de 2016 estou falando de A Culpa É Das Estrelas, Harry Potter e Crepúsculo?
Pois quero expor minha opinião sobre. Divergente também está sendo visto como modinha, que quem lê não é leitor de verdade, só segue modinha, etc.
Me respondam: Tem algo escrito, falando o que uma pessoa deve ler o não? Que uma pessoa não pode ler Crepúsculo sem receber críticas preconceituosas?


Ler 50 tons de cinza não te faz safado;
Ler Crepúsculo não te faz uma garotinha insegura e iludida;
Ler Harry Potter não te faz criança;
Ler A Culpa É Das Estrelas não te faz modinha;
Toda forma de leitura é válida e bem vinda, leia apenas.
P.S.: Não perturbe o coleguinha por ele estar lendo Sylvia Day, recomende mais livros para ele quem sabe ele não se vicia em mais livros? ;)


#DEIXA_EU_LER_OS_LIVROS_TUDO!


É isso gente, espero que me entendam, ou tentem. Postarei sempre que puder ;)
 ♥

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Resenha: O Teorema Katherine

Olá leitores ♥
Como direi que detestei esse livro?

                           Bem, vamos começar pelo básico: O Teorema Katherine, narrará sobre Colin — um adolescente de 17 anos, um garoto prodígio, que só namora
Katherines, ele adooora fazer anagramas (qualquer um que você der à ele, ele resolverá e é só isso a personalidade dele... — o personagem não tem outras características a não ser essa (eu achei o personagem muito vago. Porém me identifiquei com ele em alguns, e poucos, aspectos da personalidade dele), tá até aí tudo bem. Colin tem um amigo chamado Hassan, ele é muçulmano — isso explica o nome exótico haha — , ele é gordo (e ele gosta desse fato, faz brincadeiras com ele mesmo, , etc. O que eu achei bem legal), irônico... enfim, ele é hilário.
                           Colin namora só Katherines, sem exceção: K-A-T-H-E-R-I-N-E-S. Essa premissa eu já achei um porre 😒. Ele namorou 19 Katherines e todas elas, sem exceção, deu um pé na bunda do Colin. O livro começa a ser narrado quando ele está na bad após ser abandonado pela décima nona Katherine.
                           Hassan, ao ver seu amigo na bad resolve leva-lo para uma aventura, sair de Chicago e ir viajar de carro com o amigo. Os pais do Colin aceitam isso como se fosse a coisa mais normal do mundo, seu filho sair, para sabe-se lá onde, pois estava na bad por conta da sua décima nona namorada; já os de Hassan ficam meio "Heeeey, não vai não, vai fazer uma faculdade ou algo do tipo" (Hassan quer manter distância de trabalho e faculdade) mas eles acabam deixando ele ir também.
                           E é aí que começa o livro de verdade — pois o começo é beeeem enrolado — Colin e Hassan partem para sua grande aventura atrás do desconhecido. Ao passarem por uma placa que afirma que o arquiduque Francisco Fernando está enterrado numa terra do interior do Tennessee, e com isso eles vão para Gutshot (uma cidade pequena) com o Rabecão do Satã — nome do carro do Hassan — e, o primeiro lugar onde vão é para uma loja, onde encontram a Lindsey, uma outra personagem principal da história, e logo descobrimos que ela é muito popular na escola dela, por ser filha da dona da fabrica de cordas de absorventes internos, Hollis; Lindsey namora um babaca, machista também chamado Colin — só que esse Colin não é nem um pouco prodígio —, que o Colin (o prodígio) o apelidou de OOC (O Outro Colin).                  
                         Hassan e Colin ficam hospedados na casa da Hollis, uma mansão toda cor de rosa, Hollis já cria uma simpatia com ambos mas, principalmente, com Hassan — Hollis viu Colin uma certa vez na TV, em um programa de crianças super dotadas, então ela já meio que puxou o saco dele.
                         Para o pavor de Hassan, Hollis, pede a eles — Lindsey, Colin e Hassan — para que faça entrevistas com antigos funcionários da fábrica. Nesse meio tempo, Colin, que quer ser importante de alguma maneira, passa a trabalhar em seu próprio Teorema. Um teorema que prevê quando um relacionamento com as Katherines (pois afinal ele namorou várias, e ficou tipo: "Não é possível que eu, Colin, namorei 19 garotas Katherines e todas terminaram comido") se iniciará e quando terminará.
                         E o livro é basicamente isso: Colin tentando adivinhar a previsibilidade das Katherines, as entrevistas na fabrica, flash-backs de todas as Katherines — no final nós acabamos por saber como funcionou cada relacionamento, etc — Colin sendo depressivo relembrando as Katherines. Eu, sinceramente acheio Colin meio narizinho em pé.
                         Eu achei o final mega previsível, chato, clichê. Eu passei o livro todo dizendo ao Colin: "Filho, para. Não é possível adivinhar a previsibilidade de uma pessoa ou relacionamento". Aí no final vem e me aparece a frase: "O Futuro é infinito e imprevisíel" (uma coisa assim).
                         John Green me decepcionou com esse livro :/ </3.




                         Então é isso gente espero que vocês tenham gostado, buscarei postar sempre que puder. :)
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